sexta-feira, 26 de março de 2010

Cura dos Relacionamentos dos Casais

Bom dia Equipe,

Que benção podermos participar de uma ENS e sentir a presença de Deus em nosso matrimônio.
Muito obrigado pela reunião de ontem.

Segue abaixo uma reflexão que tem tudo a ver com nossas reflexões de ontem e sempre.

Abraços, Juliana e Alexandre

Todos nós sempre temos algum problema de relacionamento com alguém. Pedro e Paulo brigaram. Durante o caminho os apóstolos discutiam quem seria o maior. Jesus é o Mestre dos relacionamentos. Muitas vezes, temos a imagem equivocada da pessoa que está ao nosso lado, por isso, há os desentendimentos.

Todo cônjuge faz a promessa de não abandonar o outro sob nehuma condição. Lembremos que Pedro também disse que estaria pronto para ir com o Senhor, tanto para a prisão como para a morte. No entanto, ele O negou! Ele não foi desonesto quando disse que morreria por Jesus. Essa pessoa que casou com você, também fez juras de amor e não estava mentindo. Mas você pode até dizer: “Cadê a sua palavra? Você é homem ou não?” Talvez você tenha visto aquele sacerdote ardoroso abandonando o sacerdócio e muitos dizem: “Eu não acredito mais em padre”.

Por que isso acontece? Porque somos de barro; essa é a realidade.

Reflita: Como é seu olhar para aquele que o traiu? É olhar de condenação? Ou olhar de acolhimento? São Paulo diz: “Quem julga que está de pé cuidado para não cair”. Jesus escolheu Pedro para ficar no seu lugar a fim de dizer: “Vocês que caminham atrás dele são como ele”. Somos de barro, por isso que Cristo não se apavora. Que maravilhava se o casal dissesse diante da traição: “Assim como você caiu eu posso cair”. Mas dizem: “Eu nunca te traí”. Pode até ser que o homem não tenha arrumado outra mulher; nem a mulher, outro homem, mas e nos outros sentidos da vida?

“Voltando-se o Senhor, olhou para Pedro. Então Pedro se lembrou da palavra do Senhor: Hoje, antes que o galo cante, negar-me-ás três vezes. Saiu dali e chorou amargamente” (Lucas 22, 61-62). Jesus olhou para Pedro e, graças a esse olhar, este chorou amargamente. Esse olhar o salvou. Como é seu olhar para aquele que o traiu? É olhar de condenação? Ou olhar de acolhimento? Cristo diz que com a mesma medida com que medirmos os outros, seremos medidos. Por isso precisamos exercer essa misericórdia.

O Senhor disse, através do Seu olhar, para o apóstolo: “Eu sei quem tu és”. Na vida de casado, o ato sexual é o fechamento do amor total. O amor começa em âmbito espiritual, no interior da pessoa, na sua interioridade e se expande para o psiquismo, onde entra o esforço de ir ao encontro do outro sem cobrar. No entanto, o que mais se vê entre os casais é cobrança, já se casa cobrando o outro.

Atitude de amor é atitude de querer o bem do outro. Não é só querer o bem ao outro, mas do outro. Se eu o amo, eu tenho força interior para querer o bem do outro; no momento em que entra a cobrança não é amor. O amor começa em âmbito espiritual. O homem começa a sentir atração por uma mulher e vice-versa, eles começam a sentir o impulso na mente de ir ao encontro do outro para querer o bem. O namoro é a etapa em que o casal começa a ter comunhão de pessoa. Ao se olharem reciprocamente começam a perceber o que está no interior do outro; é uma fase de conhecimento. “Como você viveu?” “Quais os traumas você teve?” “Como é sua família?” Vão se conhecendo e vai havendo a comunhão entre ambos. Depois dessa comunhão eles vão co-habitar no matrimônio e se tornam uma só carne. Quanto mais amor, menos cobrança. Quanto mais cobrança, menos amor.

Se você que é casado decide viver essa realidade [de não cobrar o outro], seu casamento vai dar certo. Nenhum casal deve tirar a aliança para que sempre se lembre de que fez uma aliança não para cobrar, mas para se doar. Como viver isso? Vejam como vocês cuidam dos filhos, tudo é de graça, vocês não exigem nada deles, só se consomem por eles. Amor total, cobrança zero! Por que muitas mulheres amam mais os filhos que o marido? Porque os ama gratuitamente. Você mulher, você homem, pense nisso: “Vou fazer para meu cônjuge o que faço para meu filho”. E você vai ver como o relacionamento vai mudar.
Aqui está a cura dos relacionamentos: “Por isso o homem deixa o seu pai e sua mãe para se unir à sua mulher; e já não são mais que uma só carne” (Gênesis 2, 24); e no Evangelho de São Marcos, Jesus completa: “Por isso, deixará o homem pai e mãe e se unirá à sua mulher” (Marcos 10,7). Deixar não é só sair de casa, é ir deixando para trás as marcas, as feridas que cada um recebeu de sua casa. Muitas mulheres não se dão bem no casamento porque tiveram um pai alcoólatra, mulherengo, por isso a receita é “deixará” (cf. Mc 10,7), para que você vá se curando das feridas que você trouxe de sua casa. O amor que vocês sentiram não é uma farsa, mas algo que Deus lhes deu. É deixar tudo que receberam de negativo, é todo um caminho, um processo, para que dia após dia vocês procurem recordar as feridas recebidas de casa, de forma as deixarem para trás.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Ida a casa da Mary e do Xico

Ontem após a missa das 19hs, fomos conhecer a nova-antiga casa da Mary e do Xico. Eles venderam a casa em que moravam e agora estão morando em outra casa até a nova casa ficar pronta.
Fomos, como já falamos, apenas conhecer a casa, as mudanças que a eles fizeram como estavam instalados, etc... Mas como bons anfitriões, acabamos ficando para jantar. Vivemos ontem o que escrevemos outro dia o BEM RECEBER.
Xico deu uma corridinha até o Muffato, trouxe uma costelinha e alguns ingredientes para uma bela salada enquanto a Mary arrumou uma bela mesa, além de providenciar um macarrão delicioso para as meninas: Paula, Camila e a Natália.
Assim, de repente estávamos todos reunidos à mesa, com especialidade do Xico uma costelinha ao molho teriyaki, um macarrão delicioso e uma salada maravilhosa. Além é claro, de um vinho tinto fantástico. Muitas conversas, muitos risos, muitas lembranças e muita alegria. Um verdadeiro banquete, lembramos da frase : "O prazer dos banquetes não está nos pratos , mas nos amigos que acompanham à mesa."
Como é gostoso se encontrar, se reunir, conversar, trocar idéias, ..... Certamente, JESUS estava lá conosco também.
Durante nossas conversas Mary e Xico contaram sobre a proposta deles para esta quaresma: Rezar um denário todos os dias, para fortalecimento do nosso matrimônio e para todos casais. Lançaram a “rede” para nós.
Gostamos da proposta e ontem, mesmo chegando tarde, pegamos um denário que ganhamos de lembrança do Padre Claudemir na festa de Comemoração de 15 anos de ordenação, e rezamos juntos. Enquanto rezávamos, lembramos de vocês, de outros casais, de outros amigos que estão mais afastados, e de tantos outros. Durante aquelas orações, mesmo que repetidas, sentíamos um encontro pessoal com DEUS, na fé e no amor.
Por isso, resolvemos co-participar com vocês a nossa noite de sábado e também lançar a proposta feita por JESUS através da Mary e do Xico: Rezar um denário todos os dias, para fortalecimento dos matrimônios.
Um grande abraço,
Virgínia e Sérgio

Acredite

"Se o seu coração é capaz de sentir os seus sonhos, e se você os deseja realmente, não se desespere por nada; pois quando você olhar para o céu e ver as estrelas brilhando acredite: esse é o momento em que os seus sonhos poderão ser verdadeiros."
Nice e Luiz -Equipe 8C-Curitiba

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

QUARESMA


"Quaresma: Tempo de se deixar recriar pelo MESTRE e se colocar no seu seguimento." (Padre Luiz Antônio Ricci - Bauru -SP)

No final da Quaresma deveríamos perguntar-nos: “Em que é que nos tornamos? Em que nos convertemos?”

Um grande abraço,
Virgínia e Sérgio

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Amor e Conjugalidade

Para o casal ser feliz não é bastante conviver, mas é preciso compartilhar: intercomunicar valores físicos, psíquicos e espirituais.

Conjugalidade é a plena realização do amor na vida a dois.
Isso exige trabalho; implica esforço de cada um dos cônjuges. Não é suficiente que somente a esposa queira viver a conjugalidade. Nem que apenas o marido se empenhe em realizá-la. O esforço tem que ser conjunto.
Para tornar bem clara a idéia de conjugalidade vamos buscar as origens da palavra. Os vocábulos: conjugalidade, conjugal, cônjuge, têm a ver com a expressão latina “CUM JUGO”. Jugo em sentido literal significa “canga” – peça inteiriça de madeira que “junge”, isto é, junta, une dois animais de tração para puxar charruas, carroças e arados. Assim como a canga une dois animais para somar a força dos dois e tornar menos pesada a tarefa, também a união do homem e da mulher pelo vínculo conjugal, os une pelo mesmo jugo, conjuga seus esforços, suas energias, suas virtudes, suas qualidades, para a construção da felicidade.O jugo assumido pelo casal não é uma “canga” escravizante, cerceadora da liberdade, porque é um “jugo de amor”. Assumido livremente, prazerosamente, por amor.
Sem amor não se pode compreender a conjugalidade, sem a conjugalidade não se consegue cultivar o amor. Em outras palavras: só o amor vivido e compartilhado, poderá ser garantia de amor eterno e de felicidade conjugal por toda a vida. Para que o jugo não se torne pesado demais, o único meio eficaz para manter a conjugalidade e alimentar o amor é o “diálogo conjugal”. Com muita ternura e carinho, os cônjuges, em todas as circunstâncias – na comunhão das qualidades e na correção dos defeitos – devem procurar sempre a verdade.

(Texto adaptado da Carta Mensal das ENS – novembro/1999)
Extraído do Blog das ENS 1 - Setor Lagos

domingo, 7 de fevereiro de 2010

O BEM RECEBER

Como é importante O Bem Receber.

Seja na sua casa, na rua, no trabalho, telefone, fax e até por e-mail. Receber as pessoas de uma forma bonita, carinhosa, atenciosa, se possível, com um forte abraço, com entrega de amor – que troca bonita, não é mesmo?! – fará de Você uma pessoa que irradia amor, que esparge ternura, carinho e paz. Com certeza, paz, muita paz. Se observarmos mais atentamente, nossos males, nossas dores e sofrimentos sempre serão amenizados quando temos esse tipo de postura perante a vida, perante nossas dificuldades, nossos desamores, enfim, com tudo que não está dando certo para conosco.

Como é bom encontrar qualquer um de vocês na missa, na rua, no trabalho, etc....

Por isso repito aqui uma frase que recebi de um casal amigo equipista:

"O prazer dos banquetes não está nos pratos , mas nos amigos que acompanham à mesa."

Que em 2010 possamos nos reunir mais, com muitos abraços, risos, carinho e bastante amor.

Um forte abraço,

Virgínia e Sérgio

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Sorrisos

"Sorria um para o outro, sorria para a sua esposa, sorria para o seu marido, sorria para o seus filhos, sorria um para o outro - não importa quem seja - e isso ajudará a crescer um amor de um pelo outro." (Madre Teresa de Calcutá)
Nice e LuizCuritiba-PR