Bom dia Equipe,
Que benção podermos participar de uma ENS e sentir a presença de Deus em nosso matrimônio.
Muito obrigado pela reunião de ontem.
Segue abaixo uma reflexão que tem tudo a ver com nossas reflexões de ontem e sempre.
Abraços, Juliana e Alexandre
Todos nós sempre temos algum problema de relacionamento com alguém. Pedro e Paulo brigaram. Durante o caminho os apóstolos discutiam quem seria o maior. Jesus é o Mestre dos relacionamentos. Muitas vezes, temos a imagem equivocada da pessoa que está ao nosso lado, por isso, há os desentendimentos.
Todo cônjuge faz a promessa de não abandonar o outro sob nehuma condição. Lembremos que Pedro também disse que estaria pronto para ir com o Senhor, tanto para a prisão como para a morte. No entanto, ele O negou! Ele não foi desonesto quando disse que morreria por Jesus. Essa pessoa que casou com você, também fez juras de amor e não estava mentindo. Mas você pode até dizer: “Cadê a sua palavra? Você é homem ou não?” Talvez você tenha visto aquele sacerdote ardoroso abandonando o sacerdócio e muitos dizem: “Eu não acredito mais em padre”.
Por que isso acontece? Porque somos de barro; essa é a realidade.
Reflita: Como é seu olhar para aquele que o traiu? É olhar de condenação? Ou olhar de acolhimento? São Paulo diz: “Quem julga que está de pé cuidado para não cair”. Jesus escolheu Pedro para ficar no seu lugar a fim de dizer: “Vocês que caminham atrás dele são como ele”. Somos de barro, por isso que Cristo não se apavora. Que maravilhava se o casal dissesse diante da traição: “Assim como você caiu eu posso cair”. Mas dizem: “Eu nunca te traí”. Pode até ser que o homem não tenha arrumado outra mulher; nem a mulher, outro homem, mas e nos outros sentidos da vida?
“Voltando-se o Senhor, olhou para Pedro. Então Pedro se lembrou da palavra do Senhor: Hoje, antes que o galo cante, negar-me-ás três vezes. Saiu dali e chorou amargamente” (Lucas 22, 61-62). Jesus olhou para Pedro e, graças a esse olhar, este chorou amargamente. Esse olhar o salvou. Como é seu olhar para aquele que o traiu? É olhar de condenação? Ou olhar de acolhimento? Cristo diz que com a mesma medida com que medirmos os outros, seremos medidos. Por isso precisamos exercer essa misericórdia.
O Senhor disse, através do Seu olhar, para o apóstolo: “Eu sei quem tu és”. Na vida de casado, o ato sexual é o fechamento do amor total. O amor começa em âmbito espiritual, no interior da pessoa, na sua interioridade e se expande para o psiquismo, onde entra o esforço de ir ao encontro do outro sem cobrar. No entanto, o que mais se vê entre os casais é cobrança, já se casa cobrando o outro.
Atitude de amor é atitude de querer o bem do outro. Não é só querer o bem ao outro, mas do outro. Se eu o amo, eu tenho força interior para querer o bem do outro; no momento em que entra a cobrança não é amor. O amor começa em âmbito espiritual. O homem começa a sentir atração por uma mulher e vice-versa, eles começam a sentir o impulso na mente de ir ao encontro do outro para querer o bem. O namoro é a etapa em que o casal começa a ter comunhão de pessoa. Ao se olharem reciprocamente começam a perceber o que está no interior do outro; é uma fase de conhecimento. “Como você viveu?” “Quais os traumas você teve?” “Como é sua família?” Vão se conhecendo e vai havendo a comunhão entre ambos. Depois dessa comunhão eles vão co-habitar no matrimônio e se tornam uma só carne. Quanto mais amor, menos cobrança. Quanto mais cobrança, menos amor.
Se você que é casado decide viver essa realidade [de não cobrar o outro], seu casamento vai dar certo. Nenhum casal deve tirar a aliança para que sempre se lembre de que fez uma aliança não para cobrar, mas para se doar. Como viver isso? Vejam como vocês cuidam dos filhos, tudo é de graça, vocês não exigem nada deles, só se consomem por eles. Amor total, cobrança zero! Por que muitas mulheres amam mais os filhos que o marido? Porque os ama gratuitamente. Você mulher, você homem, pense nisso: “Vou fazer para meu cônjuge o que faço para meu filho”. E você vai ver como o relacionamento vai mudar.
Aqui está a cura dos relacionamentos: “Por isso o homem deixa o seu pai e sua mãe para se unir à sua mulher; e já não são mais que uma só carne” (Gênesis 2, 24); e no Evangelho de São Marcos, Jesus completa: “Por isso, deixará o homem pai e mãe e se unirá à sua mulher” (Marcos 10,7). Deixar não é só sair de casa, é ir deixando para trás as marcas, as feridas que cada um recebeu de sua casa. Muitas mulheres não se dão bem no casamento porque tiveram um pai alcoólatra, mulherengo, por isso a receita é “deixará” (cf. Mc 10,7), para que você vá se curando das feridas que você trouxe de sua casa. O amor que vocês sentiram não é uma farsa, mas algo que Deus lhes deu. É deixar tudo que receberam de negativo, é todo um caminho, um processo, para que dia após dia vocês procurem recordar as feridas recebidas de casa, de forma as deixarem para trás.
sexta-feira, 26 de março de 2010
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Ida a casa da Mary e do Xico
Ontem após a missa das 19hs, fomos conhecer a nova-antiga casa da Mary e do Xico. Eles venderam a casa em que moravam e agora estão morando em outra casa até a nova casa ficar pronta.
Fomos, como já falamos, apenas conhecer a casa, as mudanças que a eles fizeram como estavam instalados, etc... Mas como bons anfitriões, acabamos ficando para jantar. Vivemos ontem o que escrevemos outro dia o BEM RECEBER.
Xico deu uma corridinha até o Muffato, trouxe uma costelinha e alguns ingredientes para uma bela salada enquanto a Mary arrumou uma bela mesa, além de providenciar um macarrão delicioso para as meninas: Paula, Camila e a Natália.
Assim, de repente estávamos todos reunidos à mesa, com especialidade do Xico uma costelinha ao molho teriyaki, um macarrão delicioso e uma salada maravilhosa. Além é claro, de um vinho tinto fantástico. Muitas conversas, muitos risos, muitas lembranças e muita alegria. Um verdadeiro banquete, lembramos da frase : "O prazer dos banquetes não está nos pratos , mas nos amigos que acompanham à mesa."
Como é gostoso se encontrar, se reunir, conversar, trocar idéias, ..... Certamente, JESUS estava lá conosco também.
Durante nossas conversas Mary e Xico contaram sobre a proposta deles para esta quaresma: Rezar um denário todos os dias, para fortalecimento do nosso matrimônio e para todos casais. Lançaram a “rede” para nós.
Gostamos da proposta e ontem, mesmo chegando tarde, pegamos um denário que ganhamos de lembrança do Padre Claudemir na festa de Comemoração de 15 anos de ordenação, e rezamos juntos. Enquanto rezávamos, lembramos de vocês, de outros casais, de outros amigos que estão mais afastados, e de tantos outros. Durante aquelas orações, mesmo que repetidas, sentíamos um encontro pessoal com DEUS, na fé e no amor.
Por isso, resolvemos co-participar com vocês a nossa noite de sábado e também lançar a proposta feita por JESUS através da Mary e do Xico: Rezar um denário todos os dias, para fortalecimento dos matrimônios.
Um grande abraço,
Virgínia e Sérgio
Fomos, como já falamos, apenas conhecer a casa, as mudanças que a eles fizeram como estavam instalados, etc... Mas como bons anfitriões, acabamos ficando para jantar. Vivemos ontem o que escrevemos outro dia o BEM RECEBER.
Xico deu uma corridinha até o Muffato, trouxe uma costelinha e alguns ingredientes para uma bela salada enquanto a Mary arrumou uma bela mesa, além de providenciar um macarrão delicioso para as meninas: Paula, Camila e a Natália.
Assim, de repente estávamos todos reunidos à mesa, com especialidade do Xico uma costelinha ao molho teriyaki, um macarrão delicioso e uma salada maravilhosa. Além é claro, de um vinho tinto fantástico. Muitas conversas, muitos risos, muitas lembranças e muita alegria. Um verdadeiro banquete, lembramos da frase : "O prazer dos banquetes não está nos pratos , mas nos amigos que acompanham à mesa."
Como é gostoso se encontrar, se reunir, conversar, trocar idéias, ..... Certamente, JESUS estava lá conosco também.
Durante nossas conversas Mary e Xico contaram sobre a proposta deles para esta quaresma: Rezar um denário todos os dias, para fortalecimento do nosso matrimônio e para todos casais. Lançaram a “rede” para nós.
Gostamos da proposta e ontem, mesmo chegando tarde, pegamos um denário que ganhamos de lembrança do Padre Claudemir na festa de Comemoração de 15 anos de ordenação, e rezamos juntos. Enquanto rezávamos, lembramos de vocês, de outros casais, de outros amigos que estão mais afastados, e de tantos outros. Durante aquelas orações, mesmo que repetidas, sentíamos um encontro pessoal com DEUS, na fé e no amor.
Por isso, resolvemos co-participar com vocês a nossa noite de sábado e também lançar a proposta feita por JESUS através da Mary e do Xico: Rezar um denário todos os dias, para fortalecimento dos matrimônios.
Um grande abraço,
Virgínia e Sérgio
Acredite
"Se o seu coração é capaz de sentir os seus sonhos, e se você os deseja realmente, não se desespere por nada; pois quando você olhar para o céu e ver as estrelas brilhando acredite: esse é o momento em que os seus sonhos poderão ser verdadeiros."
Nice e Luiz -Equipe 8C-Curitiba
Nice e Luiz -Equipe 8C-Curitiba
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
QUARESMA
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Amor e Conjugalidade
Para o casal ser feliz não é bastante conviver, mas é preciso compartilhar: intercomunicar valores físicos, psíquicos e espirituais.
Conjugalidade é a plena realização do amor na vida a dois.
Isso exige trabalho; implica esforço de cada um dos cônjuges. Não é suficiente que somente a esposa queira viver a conjugalidade. Nem que apenas o marido se empenhe em realizá-la. O esforço tem que ser conjunto.
Para tornar bem clara a idéia de conjugalidade vamos buscar as origens da palavra. Os vocábulos: conjugalidade, conjugal, cônjuge, têm a ver com a expressão latina “CUM JUGO”. Jugo em sentido literal significa “canga” – peça inteiriça de madeira que “junge”, isto é, junta, une dois animais de tração para puxar charruas, carroças e arados. Assim como a canga une dois animais para somar a força dos dois e tornar menos pesada a tarefa, também a união do homem e da mulher pelo vínculo conjugal, os une pelo mesmo jugo, conjuga seus esforços, suas energias, suas virtudes, suas qualidades, para a construção da felicidade.O jugo assumido pelo casal não é uma “canga” escravizante, cerceadora da liberdade, porque é um “jugo de amor”. Assumido livremente, prazerosamente, por amor.
Sem amor não se pode compreender a conjugalidade, sem a conjugalidade não se consegue cultivar o amor. Em outras palavras: só o amor vivido e compartilhado, poderá ser garantia de amor eterno e de felicidade conjugal por toda a vida. Para que o jugo não se torne pesado demais, o único meio eficaz para manter a conjugalidade e alimentar o amor é o “diálogo conjugal”. Com muita ternura e carinho, os cônjuges, em todas as circunstâncias – na comunhão das qualidades e na correção dos defeitos – devem procurar sempre a verdade.
(Texto adaptado da Carta Mensal das ENS – novembro/1999)
Extraído do Blog das ENS 1 - Setor Lagos
Conjugalidade é a plena realização do amor na vida a dois.
Isso exige trabalho; implica esforço de cada um dos cônjuges. Não é suficiente que somente a esposa queira viver a conjugalidade. Nem que apenas o marido se empenhe em realizá-la. O esforço tem que ser conjunto.
Para tornar bem clara a idéia de conjugalidade vamos buscar as origens da palavra. Os vocábulos: conjugalidade, conjugal, cônjuge, têm a ver com a expressão latina “CUM JUGO”. Jugo em sentido literal significa “canga” – peça inteiriça de madeira que “junge”, isto é, junta, une dois animais de tração para puxar charruas, carroças e arados. Assim como a canga une dois animais para somar a força dos dois e tornar menos pesada a tarefa, também a união do homem e da mulher pelo vínculo conjugal, os une pelo mesmo jugo, conjuga seus esforços, suas energias, suas virtudes, suas qualidades, para a construção da felicidade.O jugo assumido pelo casal não é uma “canga” escravizante, cerceadora da liberdade, porque é um “jugo de amor”. Assumido livremente, prazerosamente, por amor.
Sem amor não se pode compreender a conjugalidade, sem a conjugalidade não se consegue cultivar o amor. Em outras palavras: só o amor vivido e compartilhado, poderá ser garantia de amor eterno e de felicidade conjugal por toda a vida. Para que o jugo não se torne pesado demais, o único meio eficaz para manter a conjugalidade e alimentar o amor é o “diálogo conjugal”. Com muita ternura e carinho, os cônjuges, em todas as circunstâncias – na comunhão das qualidades e na correção dos defeitos – devem procurar sempre a verdade.
(Texto adaptado da Carta Mensal das ENS – novembro/1999)
Extraído do Blog das ENS 1 - Setor Lagos
domingo, 7 de fevereiro de 2010
O BEM RECEBER
Como é importante O Bem Receber.
Seja na sua casa, na rua, no trabalho, telefone, fax e até por e-mail. Receber as pessoas de uma forma bonita, carinhosa, atenciosa, se possível, com um forte abraço, com entrega de amor – que troca bonita, não é mesmo?! – fará de Você uma pessoa que irradia amor, que esparge ternura, carinho e paz. Com certeza, paz, muita paz. Se observarmos mais atentamente, nossos males, nossas dores e sofrimentos sempre serão amenizados quando temos esse tipo de postura perante a vida, perante nossas dificuldades, nossos desamores, enfim, com tudo que não está dando certo para conosco.
Como é bom encontrar qualquer um de vocês na missa, na rua, no trabalho, etc....
Por isso repito aqui uma frase que recebi de um casal amigo equipista:
"O prazer dos banquetes não está nos pratos , mas nos amigos que acompanham à mesa."
Que em 2010 possamos nos reunir mais, com muitos abraços, risos, carinho e bastante amor.
Um forte abraço,
Virgínia e Sérgio
Seja na sua casa, na rua, no trabalho, telefone, fax e até por e-mail. Receber as pessoas de uma forma bonita, carinhosa, atenciosa, se possível, com um forte abraço, com entrega de amor – que troca bonita, não é mesmo?! – fará de Você uma pessoa que irradia amor, que esparge ternura, carinho e paz. Com certeza, paz, muita paz. Se observarmos mais atentamente, nossos males, nossas dores e sofrimentos sempre serão amenizados quando temos esse tipo de postura perante a vida, perante nossas dificuldades, nossos desamores, enfim, com tudo que não está dando certo para conosco.
Como é bom encontrar qualquer um de vocês na missa, na rua, no trabalho, etc....
Por isso repito aqui uma frase que recebi de um casal amigo equipista:
"O prazer dos banquetes não está nos pratos , mas nos amigos que acompanham à mesa."
Que em 2010 possamos nos reunir mais, com muitos abraços, risos, carinho e bastante amor.
Um forte abraço,
Virgínia e Sérgio
sábado, 6 de fevereiro de 2010
Sorrisos
"Sorria um para o outro, sorria para a sua esposa, sorria para o seu marido, sorria para o seus filhos, sorria um para o outro - não importa quem seja - e isso ajudará a crescer um amor de um pelo outro." (Madre Teresa de Calcutá)
Nice e LuizCuritiba-PR
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